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INTERNACIONAL - Quarta, 01/11/2017

Autor do ataque em Nova York é ligado ao Estado Islâmico, afirma governo americano 

Reuters

Sayfullo Saipov, um imigrante uzbeque de 29 anos, foi baleado após atropelar um grupo em uma ciclovia no sul de Manhattan. Oito pessoas morreram e 11 ficaram feridas

O autor do ataque que deixou oito mortos e 11 feridos em Nova York, na terça-feira (31), é ligado ao Estado Islâmico e se radicalizou nos EUA, afirmou o governador de Nova York, Andrew Cuomo. "Ele é um depravado covarde e estava associado com o Estado Islâmico", declarou, segundo a France Presse.

A imprensa americana identificou o autor do ataque como Sayfullo Saipov, um imigrante uzbeque de 29 anos. Ele teria dois endereços nos Estados Unidos - um na Flórida e outro em Nova Jersey. As investigações apontam que ele estava morando, nas últimas semanas, em Paterson (Nova Jersey), onde teria alugado a caminhonete usada no ataque.

O Uzbeque conseguiu visto para morar no país pela Loteria Diversidade de Vistos, que funciona por meio de um sorteio. Atualmente, ele trabalhava como motorista do Uber.

Após atropelar o grupo de pessoas que passava por um trecho da ciclovia que fica próximo do memorial do World Trade Center, no sul de Manhattan, ele gritou "Alá é grande", em árabe, ao sair do veículo, segundo relato de testemunhas. Ele portava uma arma de paintball e outra de ar comprimido. Logo após o ataque, ele foi baleado pela polícia e detido. De acordo com a CNN, Saipov deixou um bilhete dizendo pertencer ao grupo radical.

O jornal "New York Post" disse que bilhetes do suspeito foram achados dentro da caminhonete e que os investigadores também teriam encontrado uma foto de uma bandeira do Estado Islâmico.

Embora o Estado Islâmico não tenha reivindicado o ataque, o presidente Donald Trump se referiu ao grupo extremista logo após a ação terrorista. "Não devemos permitir que Estado Islâmico volte, ou entre, em nosso país depois de derrotá-los no Oriente Médio e em outros lugares", afirmou Trump.

O local do ataque é bastante simbólico já que está perto de onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas por integrantes da Al Qaeda no atentado de 11 de setembro de 2001, que deixou cerca de 3 mil mortos.

Com informações do G1
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