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INTERNACIONAL - Segunda, 31/07/2017

Desde o início dos protestos na Venezuela 121 pessoas morreram e mais de 1,9 mil ficaram feridas

Reprodução

Do total de mortos, 10 morreram ontem, quando foram realizads as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte promovidas pelo chavismo governante e cujos resultados boa parte

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Do total de mortos, 10 morreram ontem, quando foram realizads as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte promovidas pelo chavismo governante e cujos resultados boa parte

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, informou nesta segunda-feira (31), que 121 pessoas morreram e outras 1.958 ficaram feridas desde 1º de abril, quando no país começou uma onda de protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro.
 
"Nos últimos quatro meses temos um saldo lamentável, 121 pessoas mortas, 121 venezuelanos que perderam a vida. Outros 1.958 feridos, de todos os tipos: em estado grave, gravíssimo", acrescentou a titular do Ministério Público (MP) em entrevista coletiva.
 
Destas 121 pessoas, Ortega afirmou que 10 morreram ontem, quando foram realizadas as eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, promovidas pelo chavismo governante e cujos resultados a procuradora disse hoje não reconhecer.
 
"No dia de ontem, digo com responsabilidade, dez pessoas perderam a vida no contexto da eleição viciada", indicou.
 
No entanto, a procuradora disse que inúmeros e alarmantes fatos violentos não estão ocorrendo apenas no contexto dos protestos. Segundo Ortega Díaz, há pelo menos quatro anos os dados na área de segurança geram preocupação. "A estabilidade de um país se mede pelo índice de homicídios", disse a procuradora.
 
Ortega Díaz também destacou que violações sistemáticas dos direitos humanos estão ocorrendo na Venezuela. Como procuradora-geral, ela afirmou que não tolerará novos casos e seguirá denunciando os abusos das autoridades.
 
A procuradora-geral revelou que ouviu ontem um líder do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), liderado pelo presidente Nicolás Maduro, dando gargalhas depois de ser perguntado sobre as mortes ocorridas no domingo durante a Constituinte.
 
"O mais doloroso dessa cena foi comprovar que um líder político é capaz de rir do sangue que deixou de luto tantos lares nas últimas horas na Venezuela. Que triste, que lamentável. Isso é doloroso. Assim está o comando desse país", afirmou.

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