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INTERNACIONAL - Sexta, 31/03/2017

Manobra política provoca noite de terror em Assunção com mortos e feridos

Reprodução

Os incidentes começaram depois que 25 senadores votaram a favor do projeto de emenda nas dependências da Frente Guasú, do ex-presidente Fernando Lugo, e sem a presença dos dema

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Os incidentes começaram depois que 25 senadores votaram a favor do projeto de emenda nas dependências da Frente Guasú, do ex-presidente Fernando Lugo, e sem a presença dos dema

Grupos de manifestantes invadiram o edifício do Congresso do Paraguai nesta sexta-feira (31) após conseguir passar por um cordão policial, em um novo foco de incidentes violentos registrado logo depois um grupo de 25 senadores aprovou o projeto de emenda constitucional para habilitar a polêmica reeleição presidencial. As informações são da Agência EFE.

Várias centenas de pessoas romperam a barreira policial em uma batalha campal na qual as forças da ordem dispararam balas de borracha, lançaram gás lacrimogêneo e acionaram jatos de água.

Os manifestantes destroçaram vidraças do edifício, no centro histórico de Assunção, e queimaram as portas de entrada, além de lançar morteiros e pedras contra a polícia.

Caminhões de bombeiros tentam entrar na Plaza de Armas, onde está o Congresso, onde permanecem a polícia e os manifestantes. Há vários policiais feridos, segundo a instituição.
Trata-se do segundo incidente violento do dia no Congresso, depois que no primeiro ficaram feridos por balas de borracha o deputado Edgar Acosta e o presidente do Partido Liberal, Efraín Alegre.

Os incidentes começaram depois que 25 senadores votaram a favor do projeto de emenda nas dependências da Frente Guasú, do ex-presidente Fernando Lugo, e sem a presença dos demais legisladores e do presidente do Senado, Roberto Acevedo.

O partido de Lugo aprovou a emenda para que o ex-bispo possa concorrer nas eleições de 2018, e o Partido Colorado para que o atual presidente do Paraguai, Horacio Cartes, possa fazer o mesmo. A atual Constituição paraguaia proíbe a reeleição presidencial.

Por outro lado, o Partido Liberal, o maior da oposição, e outras forças opositoras, alegam que a emenda é anticonstitucional como meio de facultar um segundo mandato presidencial.

Incêndio – Soldados do Corpo de Bombeiros Voluntários do Paraguai conseguiram controlar o incêndio no Congresso do país, no centro de Assunção, depois que centenas de manifestantes contra o projeto de reeleição presidencial invadiram o edifício nesta sexta-feira e atearam fogo em várias das instalações. 

Os bombeiros conseguiram apagar as chamas do primeiro andar do edifício, onde se encontra a sala bicameral do parlamento e os escritórios de vários legisladores.

No lugar foi possível observar numerosos danos materiais e as vidraças destroçadas depois que os manifestantes jogaram pedras contra as paredes do edifício.

Nos arredores ainda estão ocorrendo enfrentamentos entre manifestantes e a polícia, que informou que vários agentes ficaram feridos.

Trata-se do segundo incidente violento do dia no Congresso, depois que no primeiro ficaram feridos por balas de borracha o deputado Edgar Acosta e o presidente do Partido Liberal, Efraín Alegre.

Morte – O presidente do Partido Liberal Radical Autêntico (PLRA), Efraín Alegre, informou neste sábado (1º) que um jovem morreu após ser baleado por policiais na sede do partido, em Assunção, onde se refugiou durante os distúrbios após os protestos contra a aprovação da reeleição presidencial no Paraguai. 

Alegre disse que a polícia invadiu "de forma bárbara" a sede do partido, no centro da capital, e disparou contra os manifestantes que estavam no interior, sendo que alguns ficaram feridos gravemente.

Entre os manifestantes estava um jovem militante liberal que, segundo Alegre, foi transferido para um hospital, onde morreu.

Efraín Alegre lidera a oposição à emenda constitucional que permite a reeleição presidencial no Paraguai, responsável pelos protestos dessa sexta-feira (31) que terminaram com distúrbios no centro da cidade, além do incêndio de parte do Congresso nacional.

Fonte: Agência Brasil
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